sexta-feira, 3 de junho de 2011

O Convite

Certo homem deu uma grande ceia e convidou muitos. (Lc 14.16b.)
O grande rei manda preparar a ceia,

Festa majestosa, privilégio sem igual,

O convite é para mim, para você, creia!

Anjos ensaiam melodias de beleza tal

Que a infinita sala do banquete celestial

Se enche de alegria, de paz, de prazer.

E o rei vem ver se tudo já está pronto.

Os convidados manda trazer.

“Diga-lhes que conto

Com a presença de todos.

Ninguém deve faltar.”

Convidados de famílias nobres, com passado abençoado,

Recebem os servos do rei e mandam-lhe suas repostas:

“Digam à sua majestade que, embora a mesa esteja posta,

Não dá para estarmos presentes, disso estamos cientes.

Que ele nos tenha por escusados.” Coitados!

Deixaram em segundo plano a maior prioridade.

Na verdade a festa do rei era para a sua grei,

Seus filhos, seu povo. Mas aquela geração,

De tão duro coração, rejeitou o maior convite.

Do banquete então se omite,

E nem sabe que vai para a condenação.

Mas o rei tem coração bondoso,

E manda pressuroso que os servos vão buscar

Cegos, coxos e aleijados, problemáticos, deprimidos e fracassados,

Para em sua casa entrarem, em sua mesa se assentarem.

E então participarem do banquete da salvação!

Oh, que comemoração! Saber que não somos dignos,

Mas o Senhor nos amou. O preço, Jesus pagou

Para nesta festa entrarmos. Para dela desfrutarmos

Não só naquele porvir, mas agora, ainda aqui.

Venha. Você pode vir.

O Mestre convida a ti.

Ainda há lugar, podes vir!

PAI CELESTE, NÃO TEMOS PALAVRAS PARA TE AGRADECER POR TUA BONDADE. QUE PRIVILÉGIO MARAVILHOSO NOS CONCEDES, O DE ESTARMOS CONTIGO NA SALA DO BANQUETE. NÃO SOMOS DIGNOS, MAS CRISTO NOS COMPROU, NOS LAVOU, NOS DEU NOVAS VESTES E NOS TROUXE PARA A GRANDE FESTA. OBRIGADO, SENHOR. RECEBE NOSSO LOUVOR. AMÉM.

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