O grande rei manda preparar a ceia,
Festa majestosa, privilégio sem igual,
O convite é para mim, para você, creia!
Anjos ensaiam melodias de beleza tal
Que a infinita sala do banquete celestial
Se enche de alegria, de paz, de prazer.
E o rei vem ver se tudo já está pronto.
Os convidados manda trazer.
“Diga-lhes que conto
Com a presença de todos.
Ninguém deve faltar.”
Convidados de famílias nobres, com passado abençoado,
Recebem os servos do rei e mandam-lhe suas repostas:
“Digam à sua majestade que, embora a mesa esteja posta,
Não dá para estarmos presentes, disso estamos cientes.
Que ele nos tenha por escusados.” Coitados!
Deixaram em segundo plano a maior prioridade.
Na verdade a festa do rei era para a sua grei,
Seus filhos, seu povo. Mas aquela geração,
De tão duro coração, rejeitou o maior convite.
Do banquete então se omite,
E nem sabe que vai para a condenação.
Mas o rei tem coração bondoso,
E manda pressuroso que os servos vão buscar
Cegos, coxos e aleijados, problemáticos, deprimidos e fracassados,
Para em sua casa entrarem, em sua mesa se assentarem.
E então participarem do banquete da salvação!
Oh, que comemoração! Saber que não somos dignos,
Mas o Senhor nos amou. O preço, Jesus pagou
Para nesta festa entrarmos. Para dela desfrutarmos
Não só naquele porvir, mas agora, ainda aqui.
Venha. Você pode vir.
O Mestre convida a ti.
Ainda há lugar, podes vir!
PAI CELESTE, NÃO TEMOS PALAVRAS PARA TE AGRADECER POR TUA BONDADE. QUE PRIVILÉGIO MARAVILHOSO NOS CONCEDES, O DE ESTARMOS CONTIGO NA SALA DO BANQUETE. NÃO SOMOS DIGNOS, MAS CRISTO NOS COMPROU, NOS LAVOU, NOS DEU NOVAS VESTES E NOS TROUXE PARA A GRANDE FESTA. OBRIGADO, SENHOR. RECEBE NOSSO LOUVOR. AMÉM.
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